Check list para seu Casamento

Hello Noivas de Evasê!!!

Depois de definir o orçamento e o estilo de cerimônia/recepção do casamento é hora de começar uma pesquisa por fornecedores e seguir um check list. Nesse post você encontra todas as dicas para dar o ponta pé inicial na organização do casamento.

Mas não custa ressaltar os primeiros passos para quem ficou noiva e não sabe por onde iniciar. Comece definindo:

Orçamento; estilo e quantidade de convidados.

Seria ideal que os noivos procurassem e visitassem 3 profissionais de casa seguimento e solicitassem um orçamento de cada um. A escolha definitiva de qual fornecedor será contratado, depende do orçamento e para alguns serviços é essencial que haja empatia entre o casal e o profissional. Lembra da série de posts Casando Direito? Leia todos os post com dicas especiais sobre direito do consumidor e sobre os vários contratos que os noivos precisam assinar.

No final do post vocês encontrarão um check list que cada uma deve adequar ao tipo de casamento e a cidade que mora. Se você quer casar numa igreja disputada na sua cidade, fique certa que algumas datas para 2017 e 2018 ou até 2019, já estão fechadas.

O ideal é que você comece a organizar e planejar o casamento com 1 ano e meio de antecedência, iniciando por essas tarefas:

1 ano e meio antes:

  1.  Defina o orçamento;
  2.  Escolha a data do casamento;
  3.  Defina o tipo de recepção e reserve o local;
  4.  Estabeleça a quantidade de convidados;
  5.  Reserve a igreja/templo (se for casar no religioso);
  6.  Comece a fazer uma lista dos principais fornecedores (fotógrafos, cinegrafistas, cabeleireiros, buffet, recepção, etc) que você deseja conhecer;
  7.  Abra uma pasta para manter toda a papelada e contratos relativos à organização do casamento.

Para continuar a organização do casamento, baixe e faça o download do Check List Noiva de Evasê

E se você acabou de noivar e está na dúvida sobre fazer ou não uma festa de noivado, confira o post: Noivado. Como celebrar.

Tenho certeza que será bastante útil para todas as noivas!!!

Fotografias: Ricardo Cintra | Alex Costa | Case com Bliss.

O que deu errado no meu casamento

Esse é um post que estava esperando um tempo para escrever… Quase nove meses, ou seja, foi uma gestação.

Era difícil escrever, porque é um assunto claramente delicado e sendo um assunto que envolve responsabilidade, vou me resguardar o direito de não revelar nomes.

Primeiramente vou dizer que meu casamento não deixou de ser lindo, maravilhoso e inesquecível. Foi minunciosamente planejado e sonhado por 1 ano e 8 meses (mais ou menos isso). E quase tudo saiu como planejamos.

Porém, nem tudo são flores. Durante os preparativos tive alguns aborrecimentos contornáveis, mas que geraram estresse. Custou-me unhas roídas, queda de cabelo, uma doença misteriosa que tive, uma cálculo na glândula parótida, que me fez ter uma espécie de caxumba, sem ser caxumba. Gente, eu sou criativa até nas minhas doenças, hahahahahahha. Pra vocês terem uma ideia, provei doces e bolo sem ter condições de comer nada doce, porque doía muito e eu ficava com a bochecha maior do que o Kiko do Chaves. hahahhahahah. Não riam… é sério.

Toda noiva vai passar por estresse. Algumas vão sofrer mais ou menos de acordo com a absorção dos problemas. Eu absorvia várias coisas porque acumulei trabalho, casamento, vida, pós graduação etc. Fiquei doente e por isso aviso: cuidem-se e fiz um post sobre como sobreviver a reta final do casamento.

Tirando o estresse e a ansiedade natural da fase, algumas questões de fato sérias acontecem. Quanto maior o problema ou quebra de contrato, maior a possibilidade de você e seu noivo processarem o fornecedor.

Comigo não chegou a tanto, embora o aborrecimento tenha sido considerável.

Você contrata um fornecedor e diz exatamente o que quer. O recheio do seu bolo, os tipos de docinhos, as cores da festa, o convite, as lembranças, o vestido, os acessórios, a luz… tudo!!! Você espera que o fornecedor faça o que foi contratado ou combinado verbalmente, se as pessoas tem palavra.

O meu grande erro foi combinar verbalmente com quem não tem palavra.

Estou falando sobre a orquestra que contratamos.

Cerca de 1 mês antes do casamento, há uma reunião na qual é estabelecido o repertório. Nessa reunião nós dissemos que não queríamos em hipótese nenhuma um ritmo que não gostamos nem um pouco, a tal da suingueira. Se você não conhece, não dê um google para descobrir. É pior do que funk e as letras são horríveis e nem sei como dançar aquilo. Respeito quem gosta, mas não consigo compreender a alegria que desperta em algumas pessoas, mas quando os noivos estabelecem o que não deve ser tocado, o que se espera de um fornecedor é que cumpra o combinado.

Já recebi alguns vários emails perguntando exatamente sobre essa orquestra, que não sabia, mas tem o hábito de tocar esse tal ritmo e algumas noivas aflitas não querem que toque isso na festa de casamento.

O que recomendo hoje é: faça um aditivo ao contrato com cláusula específica, para que não seja executado o tipo de música X que os noivos não querem, fixando multa para o caso de descumprimento do contrato.

Todos nós assinamos contratos com a fixação de multa para o caso de descumprimento das cláusulas pactuadas entre os contratantes. Nada mais justo do que um aditivo para esse assunto.

Não levamos um processo adiante porque nada estava estabelecido em contrato. Essa exigência foi feita de boca, portanto seria difícil a prova e chegamos a conclusão de que foi um mero, mas amargo aborrecimento e dissabor, não seria passível de indenização, porque o contrato em si foi cumprido, como horário, equipamentos, músicos e tal.

O que aconteceu na festa foi que: sim enquanto essa música tocava a festa morgou; sim alguns convidados saíram da pista de dança; sim alguns convidados ficaram parados sem dançar porque não gostam; sim os noivos foram obrigados a dançar o que não queriam, até que o noivo foi até o empresário da orquestra e pediu pra parar a palhaçada.

Felizmente esse foi o único problema com fornecedor. Todos os outros nós escolhemos bem e só temos a agradecer. Mas a trajetória não foi fácil.

Esse não é um blog para assuntos mais sérios e jurídicos, mas se vocês quiserem podemos falar mais sobre isso daqui para frente.

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