Atacama | Dicas de Viagem | Quantos dias ficar, o que levar, moeda, com quem ir.

Em maio de 2018 estivemos no Deserto do Atacama e nesse post tem as primeiras dicas, clica. Organizar essa viagem por conta própria não foi moleza. Foram 3 vôos e 1 transfer e praticamente 19 horas de viagem. Parece cansativo? As paisagens absolutamente incríveis e únicas do Deserto do Atacama compensam qualquer cansaço. E saiba que cansa mesmo, pois os passeios são praticamente pequenas viagens, que partem nas primeiras horas da manhã, a partir de San Pedro do Atacama, cidade base da qual saem os passeios. Mas falando sobre essa viagem só sinto saudades de toda aventura e tudo o que vimos, até mesmo da dureza que foi fazer as malas e também constatar que passaríamos poucos dias. Conto tudo agora.

Quantos dias Ficar

De Natal/RN para Santiago no Chile, considere 1 dia para a ida e 1 dia para a volta. Sendo assim nossa viagem foi de 9 dias e ficamos 7 dias no Chile, 4 no Atacama e 3 em Santiago. Foi uma aventura corrida, foi muuuuito corrido mesmo. Já nos preparativos percebemos que deveríamos ter reservado 5 dias para o Atacama, afinal já conhecíamos Santiago. Mas enfim, um erro de quem organiza viagens por conta própria é subestimar a logística da viagem e nós cometemos o erro mais básico: compramos os trechos aéreos sem definir exatamente a quantidade de dias para cada destino. E a divisão de 4 dias para o Atacama e 3 para Santiago, foi possível, mas cansativa.

O que recomendo: no mínimo 5 dias no Atacama.
Para ter folga e descanso entre os passeios: 6 dias.
Mais tempo do que isso só se você pretende ir para o Salar de Uyuni, na Bolívia.

O que levar

Eu poderia dizer pra você levar tudo, mas com o limite de 23kg de bagagem + mala de bordo com 10kg, não vai rolar pra levar tudo. E quando eu falo tudo, é tudo mesmo: roupa de frio; neve; verão e roupa de banho. São todas as estações e temperaturas no mesmo dia, passeios congelantes e outros com sol. Então você vai precisar de muita coisa. Foi uma mala desafiadora, mas listo aqui os itens básicos e imprescindíveis para seus dias no Deserto do Atacama:

  • calça e blusa térmica;
  • meias (se possível de lã);
  • tênis (preferencialmente de trekking) e chinelos;
  • short/bermuda e camisetas/blusas;
  • calças jeans;
  • casaco corta vento ou de neve;
  • casacos ou jaquetas para frio;
  • luvas; gorro; cachecol e boné;
  • roupa de banho (biquíni ou maiô);
  • protetor solar; hidratante labial; óculos escuro;
  • mochila para levar nos passeios;
  • farmacinha com remédio para dor de cabeça/enjoo/colírio/descongestionante nasal.

-10ºC no Geyser del TatioEssa é a lista básico e você deve adequá-la a sua viagem. Todos os dias usamos calça e blusa térmica e por cima acrescentávamos as camadas de roupa: calça jeans; blusa e casaco, acrescentando gorro, cachecol e luvas. Levei 4 calças pois ainda iria para Santiago.

Os tênis de trekking são os mais apropriados e tem quem invista nos impermeáveis. Para os passeios que fizemos não achamos que os impermeáveis fizeram falta, mas de fato os tênis de trekking dão mais estabilidade e são mais eficientes para caminhadas com pedras, areia e terrenos irregulares como no Atacama. Vimos algumas pessoas com tênis comum escorregando e quase caindo. Ninguém quer se machucar numa viagem dessas, né?

Alguns passeios tem piscinas termais ou lagoas, portanto roupa de banho é indispensável. Alguns passeios podem ser muito quentes, então dá para usar com short e blusa e levar uma jaqueta para o entardecer pois sempre esfria.

Mais do que necessário, mas imprescindível, é levar protetor solar e hidratante labial, pois é extremamente seco e o sol intenso. Não se engane com o frio, sempre haverá sol e altitude. E leve uma mochila para os passeios, pois você precisará levar água em todos eles. E não é água de faz de conta, tem que tomar mesmo, pois é importantíssimo beber água constantemente para não passar mal na altitude.

Qual moeda

A moeda no Chile é o peso chileno. O real está bem desvalorizado em relação aos pesos. Se você fizer uma parada em Santiago, recomendo que você troque dinheiro na Rua Agustinas, que fica no centro de Santiago e tem a melhor cotação.

Como seguimos direto para San Pedro do Atacama, já levamos o básico em pesos chilenos daqui e trocamos mais alguma coisa no aeroporto. Em San Pedro do Atacama trocamos mais dinheiro e a cotação foi melhor do que o aeroporto em Santiago, ou seja, mas de toda forma não é tão vantajoso assim. Mas as casas de câmbio em San Pedro são super seguras e a maioria localizada na Rua Toconao (uma das travessas da Rua Caracoles, a rua principal).

Você não precisa levar dólar. Basta levar Real e trocar por pesos chilenos. Mas pagando os hotéis com dólar em espécie (ou cartão internacional) e apresentando o passaporte (documento que você tiver) e o cartão de imigração, você fica isento do IVA (19%), importo chileno equivalente ao nosso ICMS. Nós pagamos os hotéis com dólar.

Então fizemos assim: levamos real para trocar no Chile e dólar para pagar os hotéis.

Com quem Ir

Algumas pessoas me perguntaram se essa é uma viagem para ser feita a dois. Em vários passeios que fizemos com a Ayllu Atacama só havia casais. Um dos passeios com 8 pessoas havia 4 casais, entre noivos, namorados e casados até em lua de mel. Outro passeio com 10 pessoas: só casais. Outro passeio com 4 pessoas, éramos 2 casais. Um outro com 7 pessoas, éramos 2 casais; pai e filho (inclusive o pai era idoso) e uma moça viajando sozinha. Uma das vantagens de fazer os passeios com a Ayllu Atacama é que éramos em no máximo 10 pessoas. Então dava para aproveitar muito as informações e não havia aquele clima de multidão de excursão.

Em San Pedro do Atacama vimos muitas famílias com crianças e também vimos muito idosos. No aeroporto de Calama esbarramos com o que parecia ser uma excursão de terceira idade. Ou seja, o Deserto do Atacama é uma viagem perfeitamente possível para fazer a dois, com amigos ou família, sempre adequando o ritmo da viagem ao seu estilo de viajante.

O post ficou gigante e no próximo conto sobre os passeios imperdíveis.

Inspirem-se.

 

 

Vinícolas do Vale de Casablanca no Chile | Dicas de Viagem

Hello Noivas e Brasil! Hello Casais!!! Em maio de 2018 estive no Chile com meu marido, já mostrei inclusive um destination session que fizemos por lá (clica aqui). Nossa viagem começou pelo Deserto do Atacama (post com a primeira parte da viagem aqui) e na sequência seguimos para Santiago. Essa foi nossa segunda viagem ao Chile. Passamos nossa lua de mel em Santiago em 2012. Então todos os passeios básicos como Viña del Mar e Valparaíso, Concha y Toro; Mercado Central; Cerro San Cristóbal e Cerro Santa Lucía e alguns restaurantes, nós já havíamos conhecido. Inclusive você pode relembrar algumas dicas de passeios nesse post e dicas gastronômicas aqui.

Quando ir

Você pode ir em qualquer época do ano para o Chile e Santiago. Porém, se o seu objetivo de viagem for esqui, vá nos meses de inverno. A temporada de neve começa no final de maio até meados de setembro, mas depende muito da quantidade de neve de cada temporada. Em 2012 fomos no início da primavera, em setembro; e, às vezes, quando neva bastante, ainda há neve e vale a pena ir nas estações de esqui. Não foi o caso da nossa viagem, pois naquele ano houve pouca neve. Esse ano fomos em maio, no outono, e ainda não havia começado a nevar. Detalhe que poucos dias depois que voltamos, houve uma frente fria no Chile que fez nevar inclusive em Santiago, o que é raro. Então acredito que para 2018 a temporada de neve promete!!!

Mas você pode ir ao Chile e para Santiago em qualquer época do ano. Sobretudo se você deseja conhecer os valles e regiões dos vinhedos e vinícolas.

Como passamos mais dias no Deserto do Atacama e já conhecíamos Santiago, nossa intenção era conhecer melhor o Valle de Casablanca que fica próximo a Santiago.

Visitando as vinícolas de Casablanca

O Valle de Casablanca possui um terroir único (termo específico para explicar o conjunto formado pelo clima, solo e tipos de uvas cultivadas numa determinada região). A região é bem próxima ao mar do Pacífico e a baixa a temperatura na região, cobre os vinhedos de neblina logo cedo. Esse conjunto de fatores favoreceu a produção de vinhos brancos e das uvas Chardonnay, Sauvignon Blanc, Merlot e a Pinot Noir. São as uvas dos meus vinhos favoritos e que agradam bastante o paladar feminino.

Pretendemos no futuro voltar ao Chile para conhecer outros vales com as uvas favoritas do marido 😉

O caminho para o Valle de Casablanca é o caminho do mar. O mesmo trajeto que você faz para as cidades costeiras de Viña del Mar e Valparaíso pela Ruta 68.

As vinícolas de Casablanca são todas jovens, moderníssimas e muito bonitas, bem diferentes das vinícolas mais tradicionais e centenárias de outras regiões do Chile. E boa parte dessas vinícolas investiram muito no enoturismo e além do tour pelos vinhedos e degustações, muitas vinícolas possuem hotéis/pousadas e charmosíssimos restaurantes. Sem contar que muitas fazem casamentos, como falei nesse post.

Nós queríamos muito conhecer algumas vinícolas no Valle de Casablanca, pois tudo é preparado para encantar os turistas que amam vinho e experiências enogastronômicas.

Como Ir.

Mas tínhamos pouco tempo. Somente dois dias inteiros para conhecer uma infinidade de vinícolas. Precisamos escolher e começamos definindo como ir. Optamos por contratar uma agência local, pois não queríamos alugar carro, já que iríamos beber, e uma agência que passasse segurança e comprometimento no atendimento, pois a primeira vez que fomos para Santiago fizemos o passeio de Val Paraíso e Viña del Mar com uma agência que não foi tão legal.

Nas minhas pesquisas encontrei a Enotour Chile e era perfeita para a nossa proposta de viagem. Eles fazer todos os passeios clássicos nos arredores de Santiago, mas também são especializados nos vales e regiões dos vinhedos, então fechamos com a Enotour Chile e conhecermos com eles as Vinícolas Veramonte e Viña Indómita

Começamos o dia com a Enotour Chile nos levando para a Vinícola Veramonte. Tivemos uma aula sobre vinhos, sobre o cultivo das uvas, conhecemos as salas com os tanques de aço inoxidável, com os ovos de concreto (para os vinhos brancos e espumantes) e finalizamos com a degustação com 4 vinhos

Vinícola Veramonte
Tanques de aço inoxidável na Vinícola Veramonte
Vinícola Veramonte
Vinícola Veramonte
Degustação na Vinícola Veramonte
Uma parte do vinhedo da Vinícola Veramonte

Na sequência o Sérgio (nosso guia) da Enotour Chile nos levou para a Vinã Indómita, que tem um mirante com uma vista linda.

Antes do tour almoçamos no restaurante da Viña Indómita e depois tivemos mais uma aula e conhecemos a sala de tanques, a adega com os barris de carvalho e finalizamos com mais uma degustação.

Mirante na Viña Indómita
Almoço da Viña Indómita
Almoço com na Viña Indómita
Barris de Carvalho na Viña Indómita
Degustação na Viña Indómita

Para ter uma ideia de como esse dia pelo Vale de Casablanca com a Enotour Chile foi incrível, fiz uma tentativa de vlog para mostrar para vocês um pouco sobre a Vinícola Veramonte e Viña Indómita. Aperta o play.

Podem acreditar que queremos voltar ao Chile e a Santiago por inúmeras razões: patagônia chilena, valle de colchágua, valle del maipo, temporada de neve e mais vinho e mais enoturismo. O Chile e Santiago é um destino incrível e muito variado para todos os tipos de viajantes e também para destinos românticos para viagem a dois e lua de mel.

Inspirem-se.

 

Atacama | Dicas de viagem | Quando, Como ir e onde ficar

No mês de maio de 2018, eu e meu marido estivemos no Chile, mais precisamente no Deserto do Atacama e em Santiago. Foram 9 dias de viagem e sim (7 dias no Chile), foi bem corrido. Mas conhecer o Deserto mais árido do mundo, localizado no norte do Chile era um sonho Hoje vou contar como foram os preparativos para essa viagem e os passeios que fizemos com a Ayllu Atacama. O Deserto do Atacama tem paisagens belíssimas, únicas e indescritíveis, variações climáticas surreais e sem dúvida uma viagem inesquecível que você precisa fazer para conhecer e viver momentos mágicos.

Para não ficar um post gigantesco, dividirei em partes e nesse post focarei nas dicas de: quando ir; como ir e onde ficar no Deserto do Atacama.

Quando ir

Nós já paquerávamos o destino Deserto do Atacama há muito tempo. Lembro de ter comprado uma revista de viagem só porque a capa falava sobre o Atacama e o Salar de Uyuni (que fica na Bolívia). Então esse destino sempre esteve guardado na nossa lista de “temos que ir”. Tínhamos em mente que é possível ir ao Atacama o ano inteiro, mas sabíamos que durante:

  • outono (21 de março a 21 de junho) e primavera (22 de setembro a 21 de dezembro)

A variação climática e a amplitude térmica é menos drástica, ou seja: a variação e diferença de temperatura entre abaixo de zero e outras maiores não sofrem mudanças tão drásticas. Não esqueça que é um deserto e em alguns horários, como por volta do meio dia e a tarde, pode ser muito quente. Porém muitos passeios começam cedo e são na altitude e é bem provável que você pegue temperaturas abaixo de zero. Nos meses do outono e primavera essa mudança não é tão grande.

Pegamos -13Cº e 30Cº no mesmo passeio. No verão e inverno essa variação é ainda maior.

Mesmo que o Atacama seja o deserto mais seco do mundo, nos meses de janeiro e fevereiro chove, então alguns passeios ficam prejudicados. Em compensação se você pretende conhecer o Salar de Uyuni, nesses meses a água da chuva forma lâmina com um espelho d’água cobrindo o salar (que é branco de sal). E realmente parece um espelho refletindo o céu azul e o efeito é de infinito. Nós não fomos, mas queremos voltar porque as imagens são inacreditáveis.

Nos meses de inverno muito provavelmente haverá neve onde tem altitude e muitos passeios ficam de fato fechados, como o Salar de Tara, em razão da neve nas rodovias e para garantir a segurança. Sendo assim, evitaria o inverno em junho e julho.

E por fim recomendaria os meses de maio ou setembro.

Como ir

Você irá para Santiago, no Chile, e chegando na capital do país poderá pegar um ônibus (não recomendo pois é uma viagem bastante longa) ou um outro voo para a cidade de Calama, norte do Chile. De Santiago para Calama o voo dura entre 1 hora e meia a duas horas (aproximadamente). Chegando a Calama você pega um transfer para San Pedro do Atacama, cidade base e mais próxima para todos os passeios ao Deserto do Atacama.

Saindo de Natal/RN, você pode ir de Latam ou Gol. A Latam tem voos diretos para o Chile saindo de diversas cidades, mas daqui de Natal/RN é preciso fazer conexão (fizemos no aeroporto de Guarulhos/SP). A Latam que também é chilena, tem voo direto para Calama saindo de Santiago, mas se você comprar pelo site da Latam Brasil fica uma verdadeira fortuna. Pelo site da Latam Chile é bem mais barato, mas não é possível aos brasileiros comprar por esse site 🙁

Em novembro de 2017 surgiu uma promoção para o Chile pela Gol e compramos nossas passagens ida e volta Natal/Santiago/Santiago/Natal, com conexão em SP.

De Santiago para Calama compramos passagens pelo site da empresa aérea Sky Airlines, empresa low cost (baixo custo), que em nada deixa a dever às empresas aéreas brasileiras, que – teoricamente – não são de baixo custo.

O voo internacional da Gol incluía a bagagem de 23kg para cada passageiro, fora a mala de bordo e o item pessoal. Na Sky Airlines compramos a passagem que incluía a bagagem de 23kg. Essa passagem custou 68 dólares por pessoa, trecho de ida e volta Calama/San Pedro do Atacama.

Viajamos cada um com uma mala de 23kg; mala de bordo e mochila pequena (item pessoal).

Em Calama pegamos um transfer para San Pedro do Atacama. Diversas empresas fazem esse serviço e você pode até contratar direto do Brasil, até mesmo com agências chilenas. Nós preferimos fechar esse transfer em Calama quando desembarcamos e fizemos com a TransLicancabur, e no ato da compra já fizemos o agendamento da volta. Mas em San Pedro do Atacama tem uma unidade da TransLicancabur e na véspera confirmamos na própria agência (só pra garantir pois saíamos às 4h30min da madrugada), e foi super pontual em nos pegar e levar de volta para Calama e regressar para Santiago. O voo era às 08h40min.

Nosso percurso saindo de Natal/RN foi: 3 voos e 1 transfer. Praticamente 19 horas de viagem, com intervalo confortável de mais ou menos 3 horas entre cada voo. As leitoras acharam que iríamos para Londres 🙂 Não dessa vez!!!

Lembre-se que você vai despachar malas; passar pela imigração; pegar as malas em Santiago; passar pela imigração e fiscalização; despachar de volta. Então um intervalo muito curto entre os voos pode complicar essa logística. 

Onde ficar

A cidade base e mais próxima do Deserto do Atacama é San Pedro do Atacama. Li muitos posts por aí e assisti vários vídeos no you tube, contando que a cidade era pequena. Mas não achamos tão pequena assim não. Nos surpreendemos com o tamanho de San Pedro do Atacama.

A cidade tem aproximadamente 6 mil habitantes, ruas de terra e barro e toda a estrutura turística como lojas de roupas de frio e material esportivo; casas de câmbio; bancos; mercados; farmácias; bares; restaurantes; lanchonetes; diversas agências de turismo, algumas inclusive de brasileiros ou com chilenos que falam bem português.

Como uma cidade voltada quase totalmente ao turismo, tudo costuma ser caro. Compramos um par de luvas que saiu por R$ 200,00 (para ter uma noção). É bom levar tudo o que você precisa daqui, como roupas e medicamentos,  pois por lá sairá bem mais caro.

Todo o movimento se concentra no centro de San Pedro do Atacama, na rua principal, Calle Caracoles e nas Calles Toconao e Tocopilla.

A rede de hospedagem em San Pedro do Atacama é variadíssima e para todos os gostos e bolsos. De resorts de luxo e all inclusive a hostel com quartos comunitários.

Você precisará pesquisar o custo benefício. Mas quanto ao local recomendo que você fique próximo a Calle Caracoles, não exatamente no centro, mas nas proximidades.

Algumas pousadas e hotéis são meio distantes do centro e se você não se hospedar num resort de luxo com tudo incluso, até mesmo os passeios e, no caso, nem precisa ir ao centro, as pousadas e hotéis mais distantes podem render caminhadas bem cansativas e acredite: os passeios são bastante cansativos por si só.

Ficar próximo a Calle Caracoles, numa caminhada de 10 a 15 minutos, com fácil acesso a mercados, casas de câmbio, agências de turismo, restaurantes e lanchonetes, está de bom tamanho.

Nós ficamos num hostel, com quarto e banheiro privativo. Um hostel que é praticamente uma pousada com café da manhã incluso. Muitos estabelecimentos são chamados de hostel, mas de fato funcionam como uma pousada ou um hotel pequeno.

O quarto era super confortável, cama agradabilíssima e com edredom de lã alpaca (extremamente macio), mas o chuveiro tinha um problema enorme para aquecer a água. Quando simplesmente não esfriava no meio do banho. E acredite também que um banho frio com 4C° ou até mesmo 10C° é bem desagradável. Por essa razão não vou recomendar o hostel que ficamos.

Fizemos todos os passeios com a Ayllu Atacama, que foram extremamente pontuais e quase todos os passeios saiam muito cedo e nos pegavam no hostel.

Mas esse é assunto para o próximo post.

Fiquem sonhando com o Atacama. E eu quero voltar!