5 Dicas para reduzir os custos na Lua de Mel em Nova York

Hello Noivinhas de Evasê!!!

O dólar tá daquele jeito e todos os dias tem uma novidade (ruim) encarecendo o sonho de quem deseja passar a Lua de Mel fora do País, mais precisamente em Nova York que é um destino fabuloso e super romântico. Mas não se preocupem. Chamei a Laura Peruchi, que já foi Noivinha de Evasê e teve chá temático e casamento publicado no blog, que mora em Nova York e tem um blog maravilhoso que fala sobre moda, maquiagem e sobre a Big Apple que ela conhece mais do que ninguém pois mora lá. Então com vocês a Laura e 5 Dicas para reduzir os custos na Lua de Mel em Nova York.

Oi pessoal, tudo bem? Meu nome é Laura Peruchi, eu sou jornalista, moro em Nova York e escrevo um blog (www.lauraperuchi.com) com várias dicas sobre a cidade: lugares para visitar, onde comer, onde comprar… enfim! Meu objetivo principal é mostrar uma Nova York nada óbvia e, além disso, também escrevo bastante sobre como economizar na cidade. Por isso, quando a Lyanna me convidou para colaborar com um post falando sobre como reduzir os custos da lua de mel em Nova York, eu topei na hora! Portanto, vamos tirar da cabeça a ideia de que viajar pra cá é caro – sabendo fazer as escolhas certas e conhecendo algumas dicas e segredos, dá pra aproveitar a cidade sem gastar fortunas!

1- Reveja a hospedagem – é o item que mais encarece a estadia na cidade. As diárias nos hoteis de Manhattan já são caras por si só – mas, com a alta do dólar, os preços acabaram ficando mais salgados ainda. Se você quiser ficar na ilha mesmo assim, opte por um hotel como o Row. Ele foi reformado recentemente – seus quartos não são enormes, mas ele ganha pontos pela localização (próximo à Times, local preferido de muitos turistas). Caso esteja aberta para novas possibilidades, é bacana seguir o que muitos turistas vêm fazendo: procurar hoteis fora de Manhattan. Neste quesito, Long Island City, bairro tranquilo e seguro no Queens, tem sido o destino preferido de muita gente. Um dos hoteis com bom custo-benefício da área é o Home2 suites by Hilton. Café da manhã, quartos com cozinha e a pouquíssimos metros da estação de metrô (cerca de 10 a 15 minutos da Times Square).

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2- Restaurantes bons não precisam ser caros – É óbvio que jantar ou almoçar num restaurante legal deixa a lua de mel mais especial e Nova York é uma cidade tão rica em gastronomia! Há restaurantes com praticamente todas as cozinhas do mundo. Mas, lembre-se: um bom restaurante não precisa ser caro! E nem sempre o lugar mais caro é o melhor lugar. Quer comer uma comida italiana deliciosa? Vá ao Porsena (21 E 7th St): o local é bem aconchegante, com música ambiente e muita luz de velas. Os preços das massas giram em torno de U$20, as sobremesas ficam na média de U$8. Que tal um restaurante francês? Vá ao La Tarte Flambée (153 E 33rd St) provar as Tartes Flambées, um prato típico da região de Alsácia, França, que consiste basicamente em uma massa fina coberta com vários tipos de ingredientes, flambada. É muito gostoso, como uma pizza mais leve, preço médio de U$11. E que tal um mexicano mais animadinho, para um fim de tarde gostoso? Escolha o Tortaria (94 University Pl.): tem uma pegada de bar, com música, pouca luz e muita gente jovem. O melhor de tudo é o preço: burritos por U$7, quesadillas por U$6, sanduíches por U$8. Dá pra comprar só uns nachos pra comer com o guacamole divino e beber uns drinks. Sem dúvida, um ótimo lugar para terminar um dia em New York sem gastar muito.
E York tem muito mais restaurantes! Uma boa ideia para construir seu roteiro é usar aplicativos como Yelp e Foursquare – eles classificam os restaurantes pelas notas dos usuários e o Yelp mostra até o menu com preços de alguns deles.

3- Aproveite os programas gratuitos – engana-se quem pensa que em Nova York é preciso desembolsar a maior grana para poder usufruir das atrações da cidade. Você sabia que há muitas atrações gratuitas? Parques como o Central Park são uma das opções: seja para gastar mais tempo durante a primavera/verão ou para uma caminhada mais rápida nos dias de frio, esses locais ajudam a fugir um pouco da “loucura da cidade”. Os museus como Metropolitan e Museum of Natural History têm entradas sugeridas: você paga o que quiser pelo ingresso. Quer ver a Estátua da Liberdade sem gastar nada? Pegue uma carona com o Ferry, que faz o trajeto entre Manhattan e a State Island: o caminho garante uma vista para a Lady Liberty e para o skyline de Manhattan. Além disso, informe-se sobre os dias com entrada gratuita de outras atrações. O Brooklyn Botanical Garden, por exemplo, é grátis aos sábados, das 10h às 12 e às terças, o dia todo.

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4- Seja criativa – o improviso sempre ajuda na hora de economizar e aproveitar a cidade. Troque um jantar caro por um piquenique no Central Park, com quitutes comprados no mercado. Atravesse a Brooklyn Bridge e vá observar a vista da cidade do lado do Brooklyn Bridge Park. Observe as cores do pôr do sol do Gantry Plaza State Park, em Long Island City. Se vier durante a primavera/verão, sinta-se num filme ao passear pelo parque de diversões em Coney Island (Brooklyn), enquanto toma um sorvete. Ainda durante a temporada mais quente, suba num rooftop no fim do dia – o 230 Fifth tem uma vista maravilhosa para o Empire State e, lá em cima, você só paga o que consumir. Todos esses são programas gratuitos e românticos que não vão te custar quase nada (só o passe do metrô mesmo!). Viva cada momento: respire, observe, contemple. Esta cidade tem uma surpresa a cada esquina.

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5- Saiba aproveitar os descontos – eu sempre digo que uma viagem para Nova York depende de organização e pesquisa. Como falei no início do post, é preciso conhecer alguns segredos e dicas. Os espetáculos da Broadway, por exemplo, oferecem várias opções para você comprar ingressos com descontos. O site Broadway for Broke People (broadwayforbrokepeople.com) lista as peças e musicais em cartaz e a melhor forma de conseguir ingressos mais baratos. Você sabia, por exemplo,que há loteria online para The Lion King, Wicked e Aladdin? Pois é, basta se cadastrar online e torcer: lottery.broadwaydirect.com . Outra dica para encontrar ingressos para atrações com descontos é conferir o site Gold Star (www.goldstar.com) – uma espécie de Groupon. Há ingressos para exposições, shows e espetáculos com descontos bem especiais.

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Espero que tenham gostado das dicas e, se quiserem conferir mais sobre a cidade, atrações, restaurantes – e até umas comprinhas, porque ninguém é de ferro, né? – é só acessar o meu blog www.lauraperuchi.com e meu canal www.youtube.com/c/lauraperuchiny

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Laura muitíssimo obrigada por sua colaboração. Amei todas as dicas e tenho certeza que todas as leitoras também, pois suas dicas foram fantásticas. Não vejo a hora de colocá-las em prática!!!

Um dia em Giverny

Hello Noivinhas de Evasê e casais!!!

O post de hoje é especial para quem está planejando a Lua de Mel ou viagem romântica a dois para comemorar aniversário de casamento ou simplesmente para celebrar o amor. Já ouviu falar em Giverny??? Já ouviu falar em Claude Monet??? Os amantes das artes ou quem procura passeios lindos nos arredores de Paris provavelmente já ouviu falar em Giverny e a casa e os jardins de Monet. Nesse post vamos conferir como e quando ir a Giverny!

Em outubro de 2015 eu e meu marido fizemos uma viagem à Londres e Paris, que renderam 2 posts sobre nossos dias em Londres (confira aqui e e esse também) e um ensaio fotográfico em Paris. Como nossas viagens são avulsas e organizadas por nós, vou compartilhar mais essa dica e roteiro para quem se aventura como nós.

Seguimos o passo a passo para ir à Giverny, indicado nesse post do site Viaje na Viagem

QUANDO IR

Todos os dias de 25 de março até 1° de novembro, das 09:30 às 18:00. Os meses das estações da primavera e do verão são os mais indicados para a visita, mas o outono também guarda a sua beleza e cores, com a vantagem de ser menos cheio e com filas menores. Fui no outono, em outubro e recomendo.

COMO IR

De trem e ônibus: Pegue o trem Intercités que serve a rota até Vernon, na estação Saint-Lazare. O trem tem configuração de trem regional de alta velocidade. Compre passagem para a cidade de Vernon e na plataforma procure pelo destino Rouen, que é o ponto final da linha. Os trens partem a cada 2 horas e os melhores horários para aproveitar a visita são os das 8h20, 10h20 e 12h20. Desça na estação da cidade de Vernon. A distância até Giverny é de 7 km. Você pode pegar um ônibus que sai a cada 15 minutos, em horários coordenados com os trens que chegam de Paris.

COMPRANDO OS TICKETS

Para evitar filas e imprevistos o melhor é comprar pela internet.

O bilhete de trem você pode comprar no site da SNCF. Cada bilhete custa € 14,70 (ida e volta por € 29,40).

Essas passagens compradas pela internet são válidas por dois meses a contar da data da compra. Ao finalizar a operação de compra, selecione a opção de entrega “borne libre service”. Ao chegar na estação Saint-Lazare, procure a máquina de auto-serviço e passe o cartão de crédito usado na operação. Sua passagem será impressa e você deverá validá-la (“composter”), inserindo a passagem na máquina colocada na entrada da plataforma.

Em Vernon compre as passagens diretamente ao motorista do ônibus que vai para Giverny.

Compre a entrada para a Casa e os Jardins de Monet no site da Fundação Monet. Você imprime os bilhetes em casa e apresenta na entrada.

A VISITA

É necessário fazer uma conta no site da SNCF para comprar as passagens. Feita a conta, escolhida a data e horários dos trens compramos e no dia fomos até a estação Saint-Lazare imprimimos os bilheres, validamos, fomos para a plataforma e observamos o destino final Rouen. O trem é confortável, simples, estava com lotação média e a viagem é rápida. Quando menos esperamos chegamos em Vernon. Os ônibus são de fato coordenados com os horários dos trens. Compramos as passagens por € 8 (ida e volta) com o motorista e seguimos para Giverny.

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Estava super ansiosa para chegar à Giverny e conferir se era como sonhava. Tanto Vernon como Giverny são cidadezinhas aprazíveis, fofas, interioranas, nem de longe lembra a agitação de Paris. Quando chegamos a Giverny fomos nos encaminhando para a Casa de Monet e como havíamos comprado as entradas pela internet, bastou apresentá-la e “furamos a fila”, que pela época do ano não estava grande. As pessoas tem receio de ir no outono achando que não estará florido. Ledo engano!!! Imagino que na primavera e no verão é algo apoteótico, mas achamos simplesmente encantador. Nós iríamos sempre e muitas vezes.

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Começamos a visita pela Casa de Monet (não pode fazer fotos no interior), seguimos para os jardins, ficamos hooooras, passamos pela loja do museu, algumas coisas custando pequenas fortunas (EM EUROS), mas é possível comprar livros, cartões postais e gravuras com réplicas dos quadros.

Comemos por um dos cafés de Giverny. Existem muitas opções próximo ao centro turístico e nas redondezas da Casa de Monet. Partimos de Paris no trem das 10h20 e voltamos por volta das 16h, confesso que nem lembro, mas confira o horário do trem da volta.

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Se iríamos de novo??? Agora!!! Amei tanto. É muito lindo e mágico. Pode parecer o maior clichê, mas senti como se estivesse num quadro de Monet!!! Passeio recomendadíssimo!!!

Londres | Roteiro de 6 dias | Parte II

Hello Noivinhas de Evasê!!!

Semana passada compartilhei um post com dicas para um Roteiro de 6 dias em Londres. Hoje vamos retomar e contar o que fiz nos 3 dias restantes.

Vem comigo!!!

DIA 4 – TROCA DE GUARDA/ST.JAME’S PARK/TOWER OF LONDON/RIVER CRUISE/CHÁ DA TARDE (Fortnum & Mason)

No início da manhã fomos fazer o programa de todo bom turista pela primeira vez em Londres e fomos conferir a Troca de Guarda do Palácio de Buckingham. É importante que você confira o site para saber qual o dia em que ocorrerá a troca de guarda, que acontece em dias alternados. Estávamos eu, meu marido e metade do universo, ou seja beeem lotado, mas valeu conhecer.

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Finalizamos dando uma volta pelo St. Jame’s Park e o dia estava relativamente ensolarado, o que é algo quase inédito tratando-se de Londres. Fica a dica para você procurar a Blue Bridge com visão do Palácio de Buckingham e London Eye.

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Em seguida fomos conhecer a Tower of London, um castelo na margem norte do Thames River, que durante um período foi usado como prisão e posteriormente como palácio e residência real. Sofreu várias fases de expansão e novas construções comandadas pelos reis Ricardo I, Henrique III e Eduardo I nos século XII e XIII. A forma geral foi estabelecida nessa época e permanece até os dias de hoje.

É um lugar enorme do tipo que você passaria um dia inteiro para explorar todas as torres. O auge do passeio é ver de perto The Crown Jewels, um anexo dentro da Torre de Londres que você pode conferir as joias da coroa britânica. Claro que fotos são proibidas, pois você estará praticamente dentro de um cofre (enorme), com uma coleção numerosa e bilionária com as joias da coroa. No final do passeio você pode se contentar com a riqueza de comprar um souvenir que faz referências às joias da coroa, livros, louças, caixas de chá, etc, numa das várias lojinhas dentro do complexo.

De quebra você ainda terá uma vista linda da London Bridge.

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Na sequência pegamos um Thames River Boat Cruise, um passeio pelo rio Tâmisa e ver de um outro ângulo alguns pontos turísticos como Tower of London, a Tower Bridge e o navio de guerra HMS Belfast.

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Desembarcamos no Westminster Pier e seguimos até a estação de metrô de Westminster. Pegamos a linha cinza Jubille em direção a Stanmore, descemos em Green Park e fomos caminhando até a Fortnum & Mason para o nosso afternoon tea marcado para as 17h.

E posso dizer que o chá da tarde além de delicioso é uma experiência bem britânica, a Fortnum & Mason é um espetáculo à parte. Loja linda, decoração divina, são 5 andares da mais pura tradição londrina.

No subsolo tem uma adega, com vinhos e bebidas em geral e um wine bar, no térreo chocolates, chás, caixas, latinhas, velas, utensílios para piquenique e artigos variadíssimos. No piso superior decoração para casa, pausa mais do que dramática para a sessão de decoração natalina, de chorar de tão lindo, tudo vintage e muito londrino e nos demais pisos perfumaria e cosméticos femininos e masculinos, chegando até a sala The Diamond Jubilee Tea Salon.

Sem qualquer dúvida programa altamente recomendado e maravilhoso.

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Saímos da Fortnum & Mason extasiados (e cheios 🙂 ), circulamos por Picadilly Circus para então voltamos ao hotel. O dia seguinte prometia!

DIA 5 – HARRODS/VICTORIA AND ALBERT/MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL/ROYAL ALBERT/LONDON EYE

Começamos o dia na Harrods. Pegamos a linha Piccadilly em direção a Cockfosters e descemos em
Knightsbridge.

Posso afirmar que a Harrods é o templo do luxo e da sofisticação distribuído por vários andares. Muito mais do que a Galeries Lafayette, em Paris ou a Saks em NYC. Uma variedade imensa de produtos de alto luxo. Você encontrará de tudo: decoração para casa, lustres, candelabros e cristais Baccarat e Christofle, artigos de cama, mesa e banho, perfumaria, brinquedos, um mundo. As marcas mais exclusivas como Chanel, Prada, Burberry, Alexander McQueen, tanto a parte de acessórios, como roupas. Definitivamente não fomos para lá para fazer compras.

Mas assim como as Galerias Lafayette em Paris, a loja de departamento Harrods também é uma atração turística por si mesma. Não deixe de ir até porque existe o Gift Shop em que você pode comprar vários produtos e lembranças com a marca da loja e com preços acessíveis e também pode curtir o Food Hall com uma variedade imensa de produtos e comidas distribuídos por 3 alas e em cada uma delas há balcão e algumas mesas, num total de 12 bares/restaurantes, nos quais você pode escolher desde sushi até tapas, rotisserie, pizza, com forno a lenha, o Morelli’s Gelato (sorvetes italianos) e a casa de chá e brasserie do francês Ladurée. É ou não é uma boa pedida???

Nesse dia nós “tomamos café da manhã” no Café Godiva da Harrods.

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Saímos da Harrods e fomos caminhando até os museus em South Kensington, área nobre de Londres que você encontra na Exhibition Road os museus Victoria & Albert, Science Museum e o Natural History Museum. Nesse dia escolhemos o Victoria & Albert e o Natural History Museum.

Passamos em torno de 3h em cada museu, mas recomendaria 1 dia inteiro em cada um deles. O acervo do Victoria & Albert é fascinante e se você viaja com crianças elas vão enlouquecer no Natural History Museum no setor dos dinossauros. Confesso que achei o American Museum of Natural History de NYC mais interessante, mas não deixaria de ir e iria novamente no de Londres.

Abaixo a fachada do Victoria & Albert e o hall do Natural History Museum com a estátua de Darwin ao fundo.

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Saímos dos museus e fomos caminhando até o Royal Albert Hall, mas não conseguimos entrar porque estava acontecendo uma solenidade como uma formatura, mas você pode ter mais sorte e conseguir fazer uma visita guiada e ainda aproveitar alguns dos bares e restaurantes que tem lá, inclusive o afternoon tea. Pra gente ficará para a próxima. 🙁

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Na estação de South Kensington pegamos a linha District em direção a Upminster, descemos em Westminster e fomos caminhando até a London Eye. Não me recordo exatamente o horário. Estava anoitecendo por volta das 19h em Londres, mas nos programamos exatamente para fazer esse passeio para ver a cidade iluminada. E como nós amamos!!!

Abaixo o big ben e house of parliament.

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Quando saímos da London Eye a intenção era ir até Carnaby street e localizar o Kingly Court, local (que dizem) super charmoso e que reúne vários bares e restaurantes.

fomos para a estação Waterloo pegamos a linha Bakerloo em direção a Queen’s Park e descemos mais uma vez na Piccadilly Circus. Deveríamos ir caminhando até a Carnaby Street, mas entramos e saímos em várias ruas, ficamos sem celular, sem google maps e como nosso GPS mental é meio desorientado não achamos a Carnaby Street e nem o Kingly Court. Acontece, né?! Quem nunca se perde em viagem? Nós sempre!!! 🙂 🙂

Ficamos mais uma vez por Piccadilly Circus e dessa vez conseguimos até tirar uma foto (meio tosquinha, mas tá valendo) com a estátua do Eros.

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DIA 6 – MANHÃ NO NATIONAL GALLERY

Última manhã e dia em Londres e não poderíamos deixar de ir na National Gallery. Mais um museu fascinante e imperdível em Londres. Um acervo infindável. Se você é admirador verá algumas obras de Van Gogh mais precisamente na sala 45.

Nos despedimos de Londres mortos de vontade de ficar mais uns dias e o que é quase um acontecimento, fomos embora num dia super ensolarado no outono londrino. Impossível não amar essa cidade!!!

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E para quem vai circular de metrô por Londres não custa mais uma vez recomendar o Oyster Card e planejar seu roteiro pelo Plan a Journey.

E se você perdeu a primeira parte do roteiro de 6 dias em Londres, confira aqui.